Ninguém é completamente sozinho. Temos sempre nossa própria companhia, tá certo que é meio monótono às vezes (na maioria delas), mas é também educativo! Aprendemos a ser quem somos e conviver com nós mesmos.
Eu não sei muito bem a explicação científica de um eco, o som em alguns ambientes parece quicar nas paredes como uma bola de borracha e voltar para nós, mas será que é o mesmo som que emitimos?
Pelo menos quando o eco acontece dentro da nossa cabeça (da minha ao menos) eu tenho certeza que não, o que gritamos como exclamação nos volta como pergunta, o que sussurramos como dúvida nos volta como resposta e assim segue-se este diálogo-monólogo mental, silencioso e estridente, tedioso e esclarecedor.
Se isso não faz o menor sentido, é porque é só mais um eco da minha cabeça, não espero que reconheça minha voz...
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